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origen y ocaso del ejercito porfiriano

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origen y ocaso del ejercito porfiriano
ORIGEN Y OCASO
DEL EJERCITO PORFIRIANO
A l i c i a HERNÁNDEZ CHÁVEZ
El
Colegio
de
Aíexico
M É X I C O HA SIDO BÁSICAMENTE UN país no militarista. Probable-
mente y con excepción de la primera mitad del siglo X I X y
en el periodo 1910-1920, en los conflictos políticos y tensiones sociales, el ejército no a s u m i ó el papel de actor o represor central. Por el contrario, el ejército federal sólo intervino
en condiciones excepcionales. L a historia del control del
conflicto social debe considerar el estudio de otros ó r g a n o s
formales e informales del gobierno así como de las fuerzas
paramilitares dependientes de otras secretarías. Es por ello
que uno de los propósitos de este trabajo es deslindar y destacar la composición y función de los diversos sectores de las
fuerzas armadas con el fin de esclarecer el peso del ejército
federal en el sistema político mexicano.
Las preguntas centrales a considerar en el análisis del ejército porfiriano son las siguientes: ¿ Q u é tipo de fuerzas armadas existieron a lo largo del porfiriato?; ¿cuál fue su organizac i ó n , sus divisiones internas y á r e a s de conflicto? (es decir, su
e v o l u c i ó n y función político-militar a lo largo del periodo
1876-1914); ¿por q u é se desarrolla el ejército mexicano de
manera distinta al de la m a y o r í a de los países latinoamericanos?, y finalmente, ¿cuáles son las condiciones en que u n
ejército irregular obtiene la derrota y disolución de u n ejército profesional, así como las consecuencias políticas de ello?
1
1
E l trabajo se apoya en una i n v e s t i g a c i ó n realizada en el A r c h i v o de
MAíex, x x x i x : í, 1989
257
ALICIA HERNANDEZ CHAVEZ
258
El proceso del desarrollo histórico del ejército mexicano
tuvo diversas particularidades. En primer lugar, M é x i c o no
p a d e c i ó la competencia y rivalidad entre países vecinos que
sí tuvieron que afrontar otros países sudamericanos como
Chile, P e r ú , Bolivia, Paraguay, Argentina y Brasil. Por
ejemplo, Chile tuvo la primera fase de m o d e r n i z a c i ó n de su
m a r i n a y ejército a consecuencia de la guerra con E s p a ñ a
(1866) y posteriormente el gobierno se avocó
en el periodo 1879-1883
a obtener el predominio naval sobre la costa
del Pacífico Brasil por su parte inició la m o d e r n i z a c i ó n
de su ejército con motivo de la guerra de Paraguay ("1865l o / u i. j _ i a importancia que aoquirio ei ejercito a partir oe
esa guerra lorio u n cuerpo castrense altamente politizado ca2
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paz de dar u n golpe de estado en 1889 e instaurar u n gobier•!•
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no militar. C o n motivo de esa guerra Paraguay amplio su
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programa de compras de abastecimientos militares a las íaf .°
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bricas K r u p p en Alemania y baio la dictadura de bolano Lo¬
pez construyo u n aparato m i itar importante.^ una o a^o
por los nos P a r a n á , Paraguay y de la Plata, mantuvo en
constante rivalidad a Paraguay, Uruguay, Brasil y Argentina y exigió compras y m o d e r n i z a c i ó n de sus fuerzas armadas. S i m u l t á n e a m e n t e , en la decada de 1870 se desataron
conflictos entre Argentina, Chile, Bolivia y P e r ú por la rela Secretaria de la Defensa N a c i o n a l que sera m o t i v o de u n l i b r o . Los pri¬
meros resultados se presentaron como tesis doctoral de tercer ciclo en
F r a n c i a H E R N Á N D E Z C H Á V E Z 1 9 8 5 C E l análisis de la c o m p o s i c i ó n social
d i v i s i ó n i n t e r n a y e v o l u c i ó n de las fuerzas militares se sustenta en 2 5 0 hojas de servicio de oficiales del e j é r c i t o porfiriano que t u v i e r o n m a n d o de
zona m i l i t a r o cargos d i r e c t i v o - a d m i m s t r a t i v o s , asi como en los oficiales
que o c u p a r o n puestos de elección popular. U n a parte sustancial de la i n v e s t i g a c i ó n se r e a l i z ó con el apoyo de una beca del Joint C o m m i t t e e for
L a t í n A m e r i c a n studies oí the social Science Research ü o u n c i l y el A m e n c a n C o u n c u oí L e a r n e d societies con fondos del N a t i o n a l L n d o w m e n t
for the H u m a n i t i e s l a M e l l o n F o u n d a t i o n y l a F o r d F o u n d a t i o n
2
V é a s e N U N N , 1 9 7 6 , pp. 7 0 - 7 9 . V é a s e t a m b i é n BURR, 1 9 6 5 , pp. 72¬
7 8 , 1 0 0 - 1 1 6 . N u n n a f i r m a que en esa etapa se e s t a b l e c i ó u n a nueva relac i ó n entre civiles y militares, i n i c i á n d o s e la era de la p r o f e s i o n a l i z a c i ó n
m i l i t a r y de los militares p o l í t i c o s . T a m b i é n en ese periodo se construye
u n o de los e j é r c i t o s sudamericanos mejor armados y entrenados.
A r g e n t i n a e s t a b l e c i ó el Colegio M i l i t a r en 1 8 6 9 , a ñ o en que el mis3
ORIGEN Y OCASO DEL EJERCI I O PORFIRIANO
259
g i ó n de Antofagasta y del desierto de Atacama, productora
de nitratos, guano y plata; que concluyeron con el predomin i o chileno. A lo largo del siglo X I X , los países mencionados
sufrieron seis guerras mayores y un buen n ú m e r o de conflictos bélicos. En suma, la rivalidad por fronteras
por
p r o t e c c i ó n de mares y productos estratégicos aceleró el proceso de profesionalización de sus ejércitos y ello c o n f o r m ó
u n proceso de desarrollo de las fuerzas armadas distinto al
mexicano.
L a m o d e r n i z a c i ó n del ejército mexicano, en cambio, desp e g ó por lo menos 10 o 20 a ñ o s m á s tarde y en un contexto
internacional diferente. L a rivalidad interimperialista por el
predominio de mercados y áreas de influencia fue especialmente aguda, e influyó en la política del gobierno mexicano
al l i m i t a r sus alternativas de asistencia militar de determinados países. Es decir, una dependencia militar de Alemania
o de Francia —países con el sistema bélico m á s avanzado del
momento
hubiera sido inadmisible para los norteamerica¬
nos o ingleses En cambio se lleeó a una c o m b i n a c i ó n de
proveedores
no siempre afortunada
que resultó en u n
equipamiento poco m e t ó d i c o y ligado a los intereses económicos de ciertos grupos en el poder
El desfase o retraso inicial obedeció, por una parte, al
aislamiento de los principales centros financieros y productores de armamento. Las guerras de intervención —la norteamericana de 1847 y la europea de 1867— interrumpieron
las relaciones d i p l o m á t i c a s con Francia, Inglaterra y Estados
U n i d o s . Fue hasta 1880 que se reanudaron las relaciones
con Francia y en 1884 con Inglaterra. Por lo mismo, el gom o reinicio sus cursos en M é x i c o . A p a r t i r de 1 8 8 0 , bajo la presidencia
de J u l i o Roca, el ejército federal argentino a c e l e r ó la p r o f e s i o n a l i z a c i ó n de
cuadros recibiendo a s e s o r í a m i l i t a r de A l e m a n i a y los primeros pedidos
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de armas de la casa ls.rupp de ese p a í s , se creo la A c a d e m i a de G u e r r a
y se c o n t r a t ó formalmente u n a m i s i ó n alemana para entrenar al estado
m a y o r del e j é r c i t o argentino d u r a n t e el periodo de 1 8 9 8 a 1 9 0 4 . V é a s e
L O V E M A N y D A V I E S , 1 9 7 8 . L a e d i c i ó n contiene numerosos a r t í c u l o s respecto a la p r o f e s i o n a l i z a c i ó n y m i l i t a r i z a c i ó n de p a í s e s latinoamericanos
en el siglo x i x . \7eanse especialmente los ensayos de C T O L D W E R T , 1 9 7 8 ,
pp.
46-47;
1978
SCHIFF,
72 77' V
1978,
pp.
48-53;
1978
DUDLEY,
79 85
1978,
pp.
48-63;
NUNN,
260
ALICIA HERNANDEZ CHAVEZ
bierno de Porfirio Díaz pudo contratar el primer e m p r é s tito internacional en 1888, y c o m e n z ó a recibir flujos de capital sustanciales para poder emprender el proyecto de crecimiento e c o n ó m i c o y forjar un estado central. Entre las prioridades estuvo la de tender la infraestructura en ferrocarriles
que permitiera comunicar y centralizar territorial y administrativamente al país. Por lo que respecta al surgimiento
de u n ejército nacional, los medios de c o m u n i c a c i ó n y los
mayores recursos financieros en manos del Estado posibilitaron la creación de un ejército capaz de movilizar hombres,
armas y abastecimientos a lo largo y ancho del territorio nacional. S i m u l t á n e a m e n t e al ferrocarril se t e n d i ó el teléfono
y se e x t e n d i ó la red telegráfica; con ello la c o m u n i c a c i ó n entre los estados mayores del ejército hizo realidad u n mando
central. C o n los empréstitos, se colocaron los primeros pedidos de c a ñ o n e s y rifles modernos; el atraso tecnológico era
lamentable ya que hasta fines del siglo X I X el armamento
de uso c o m ú n fue el fusil y la carabina R e m i n g t o n M-1871
de 11 m m , que se h a b í a adquirido en 1877 a la casa Rem i n g t o n and Sons, de Nueva Y o r k . E n cambio, el armamento y artillería m á s avanzados de la é p o c a , que se fabricaban en Francia, Bélgica, Suiza y Alemania, y que ya se
empleaban en otros países de L a t i n o a m é r i c a , apenas comenzaron a llegar a M é x i c o a p a r t i r de 1894.
4
5
6
A diferencia de los casos mencionados, M é x i c o gozó de
circunstancias geopolíticas particulares que le permitieron
privilegiar el desarrollo e c o n ó m i c o sobre el militar. Las m á s
4
V é a s e C o s í o V I L L E G A S , 1970, dice el a u t o r : " p o r u n a parte, M é x i c o
d e j ó de tener por largos a ñ o s relaciones d i p l o m á t i c a s con Francia e Inglat e r r a , los dos p a í s e s europeos que p o d í a n haber acudido en su a u x i l i o , y
p o r o t r a , Estados U n i d o s , l a ú n i c a n a c i ó n i m p o r t a n t e con l a que n o h u b o
r u p t u r a , s e g u í a siendo u n a n a c i ó n d e u d o r a " .
Los Estados U n i d o s durante el siglo pasado no h a b í a n desarrollado
u n a i n d u s t r i a m i l i t a r o ejército de i m p o r t a n c i a . E n 1865 y 1867 se c o m p r ó
a r m a m e n t o en dicho p a í s p o r estar en g u e r r a con Francia. A l no tener a ú n
acceso al mercado europeo en 1877, el general Pedro O g a z ó n —entonces
m i n i s t r o de G u e r r a — c o m p r ó 2 930 fusiles y 750 000 cartuchos para fusil
y c a r a b i n a a ese p a í s . V é a s e H U G H E S , 1978, p p . 8-12 y 19-23 y Memorias
Díaz, 1922, p . 193.
5
^ HERNÁNDEZ CHÁVEZ,
,
1985c, p p . 4 4-46.
ORIGEN Y OCASO DEL EJÉRCITO PORFIRIANO
261
notables fueron el no haber resentido presiones políticas o
militares por su frontera sur, dada la debilidad de los países
centroamericanos. E n la frontera norte, que sufrió la interv e n c i ó n norteamericana en la guerra de 1846-1848, en la
cual M é x i c o perdió uri tercio de su territorio, era evidente
la incapacidad del gobierno de competir como potencia m i l i tar. A d e m á s , si ciertamente Estados Unidos era ya poderoso
tampoco m a n t e n í a u n ejército numeroso, n i su armamento
era el m á s moderno.
En lugar de u n desarrollo armamentista, en M é x i c o se
o p t ó por una política internacional de no i n t e r v e n c i ó n y
se buscó el crecimiento y desarrollo económico del país mediante la creación de u n sistema de inversión extranjera
m ú l t i p l e . Es decir, se diversificó el origen y u b i c a c i ó n de la
misma de tal forma que u n país extranjero no pudiera reclam a r exclusividad de derechos sobre u n territorio determinado. Con base en ese criterio se consideró que se alejaba el
peligro de una nueva p é r d i d a del territorio nacional. Por
ejemplo, si se observa la localización geográfica de las concesiones petroleras de G r a n B r e t a ñ a y Estados Unidos en el
distrito de T a m p i c o se ve la vecindad tan estrecha que obliga a que cada país i m p i d a la nueva a n e x i ó n de una r e g i ó n
determinada. L o mismo aconteció en el caso del capital norteamericano, a l e m á n o francés invertido en la m i n e r í a . L o
anterior no se dio de manera casual, sino que fue una política explícita cuya e x p r e s i ó n m á s n í t i d a proviene de boca del
ministro de Hacienda, J o s é I . L i m a n t o u r : " L a sécurité de
la Republique résultera surtout d'une é m u l a t i o n de solicitude p a r m i les grands états q u i ont a y surveiller les enterprises de leur n a t i o n a u x " . Dadas así las cosas, el proyecto
gubernamental del porfiriato se centró en el crecimiento econ ó m i c o , y el factor bélico pasó a u n segundo plano.
7
8
L a población de M é x i c o , durante el porfiriato, fue apro7
E l ejército n o r t e a m e r i c a n o c o n t ó con 8 7 0 0 0 efectivos antes de la
g u e r r a con C u b a ( 1 8 9 5 - 1 8 9 8 ) . Esta cifra se e l e v ó en 1 8 9 8 a 2 0 9 7 1 4 . A
los dos a ñ o s se redujo en u n 5 0 % . V é a s e W I G L E Y , 1 9 6 7 , p p . 5 6 6 - 5 6 9 .
V é a s e A r c h i v e s D i p l o m a t i q u e s - Q u a i d ' O r s a y . P a r í s , F r a n c i a [en
adelante A D F R ] seguido de la clasificación y foja. A D F R , x v m , f. 1 2 0 ,
citado por SANZ, 1 9 7 1 , p . 1 0 8 .
8
ALICIA HERNÁNDEZ CHÁVEZ
262
ximadamente de 14 millones de habitantes mal distribuidos
a lo largo del territorio. T e ó r i c a m e n t e y con base en los
informes de los militares franceses —quienes fueron los
principales proveedores de armamento a M é x i c o — los efectivos militares en tiempo de paz se d e b í a n calcular sobre
la base de uno por cada cien de población y el triple para
u n ejército en pie de guerra. Es decir, en el primer caso
140 000 sobre las armas y en el segundo 420 000. Si bien
es cierto que la división, composición social y n ú m e r o de
los diversos sectores de las fuerzas armadas varió con el
tiempo y con base en las circunstancias, se pueden establecer _
el periodo 1876-1914— ciertos p a r á m e t r o s . Las
divisiones básicas de análisis son el ejército federal, con
u n rango de 24 000 a 30 000 efectivos. Éste se subdivide
en ejército permanente con aproximadamente u n 37% y
en ejército auxiliar con u n 6 3 % de ese total. (Véase el
cuadro 1.) L a cifra anterior muestra que el ejército de la
federación contó con u n 30% de los efectivos de paz que
aconsejaban los visitadores franceses. A ello debe agregarse
el cjue no existieran cuadros de mando suficientes que" per¬
mitieran elevar los efectivos totales en caso de una contingencia mavor Es decir que con alrededor de 3 000 generales y coroneles de todas las armas no se podía pensar en
una movilización de 100 000 o m á s hombres carentes de
disciplina o entrenamiento militar.
9
p
a
r
a
10
Sin embargo, la totalidad de las fuerzas armadas fue mayor si se suman otros cuerpos armados como la G u a r d i a
Nacional y las fuerzas irregulares o auxiliares estatales. Estas agrupaciones variaron notablemente a lo largo del porfiriato y por lo general no excedieron los 70 000 efectivos. Es
decir, tres veces el n ú m e r o del ejército de la federación.
T a m b i é n existían cuerpos paramilitares, como las gendarm e r í a s fiscales y resguardos de la frontera (1 000 en total)
adscritos al Ministerio de Hacienda, y el Cuerpo de Rura-
9
N o i x , 1902. El i n f o r m e respecto a los efectivos y capacidad de m o v i l i z a c i ó n del ejército se encuentra en p p . 278-289.
Escalafón, 1897.
1 0
ORIGEN Y OCASO DEL EJÉRCITO PORFIRIANO
263
Cuadro 1
RESUMEN DE GENERALES, JEFES Y OFICIALES
EN SERVICIO ACTIVO O EN COMISIÓN
Milicia
permanente
General de división
Generales de brigada
y brigadier
Jefes
Oficiales
Total
Porcentaje
Milicia
auxiliar
12
55
346
794
1 201
36.5
Total
12
7
608
1 466
2 081
63.3
62
954
2 260
3 288
100
F U E N T E : Escalafón General del Ejército y Armada Nacionales. S e c r e t a r í a de
G u e r r a y M a r i n a , D e p a r t a m e n t o de Estado M a y o r , M é x i c o , T i p o g r a fía de O f i c i n a I m p r e s o r a del T i m b r e , Palacio N a c i o n a l , 1 8 9 7 .
I n f o r m e de la S e c r e t a r í a de G u e r r a y M a r i n a , a ñ o 1 8 9 6 .
Estado que manifiesta el efectivo de generales, jefes y oficiales seg ú n el E s c a l a f ó n General del E j é r c i t o , se restaron los retirados e i l i mitados.
les." Se ha sobrevaluado el peso de los rurales y su capacidad para hacer frente a los focos de oposición rural. Estos
sólo contaban con ocho cuerpos formados por 200 guardas
cada uno, ¡1 600 en total!, acantonadas en unas diez villas
clave de cada entidad de los estados centrales de la R e p ú b l i ca, donde se apostaban p e q u e ñ o s destacamentos de 10 a 15
hombres. Sin pretender desconocer su importancia, en los
archivos militares se resaltan sus limitaciones, ya que b á sicamente fungían como grupos de i n f o r m a c i ó n y apoyo armado en caso de cualquier movimiento " a n o r m a l " o intento
de oposición. Si acaso se r e q u e r í a sofocar u n brote rebelde,
los p e q u e ñ o s destacamentos de rurales se incorporaban bajo
el mando de oficiales del ejército auxiliar o regular. Por lo
11
A c e r c a de la o r g a n i z a c i ó n de las fuerzas armadas, la síntesis m á s
clara se encuentra en " E l ejército mexicano, m o n o g r a f í a h i s t ó r i c a " , escrita en 1 8 9 9 por el general de d i v i s i ó n B e r n a r d o Reyes, REYES, 1 9 0 1 ,
pp. 7 2 - 7 4 . V é a n s e t a m b i é n N o i x , 1 9 0 2 ; El ejército, 1 9 7 9 , y J A N V I E R ,
1 8 8 9 , pp.
814-827.
264
ALICIA HERNÁNDEZ CHÁVEZ
d e m á s , su escaso n ú m e r o i m p e d í a que pudieran hacer frente
a una contingencia bélica significativa. En caso necesario
t a m b i é n existía otro mecanismo de defensa local: el jefe político, el presidente municipal o los mismos hacendados pod í a n organizar a la p o b l a c i ó n local en "veintenas", para
hacer frente a una emergencia menor; una vez conjurado el
peligro se les daba de baja.
L o pertinente a destacar es que h i s t ó r i c a m e n t e es poco
significativo el analizar las fuerzas armandas en t é r m i n o s de
u n ejército convencional con sus divisiones por armas: marina, infantería, artillería y caballería. En M é x i c o , en ese
periodo, es mejor categorizar a las fuerzas armadas como
ejército permanente y auxiliar de la federación, Guardia
Nacional y grupos paramilitares adscritos a otras áreas del
gobierno. La r a z ó n de ello es que a cada una de éstas corresp o n d i ó una realidad geopolítica y una función h i s t ó r i c a m e n te relevante.
12
El ejército mexicano y sus sectores no fueron cuerpos
h o m o g é n e o s . T o d o lo contrario, estamos en presencia de
grupos cambiantes, en conflicto y en continua evolución a
lo largo de la segunda mitad del siglo X I X . Se pueden distinguir dos periodos: el primero arranca de las guerras de reforma y de i n t e r v e n c i ó n extranjera y concluye a finales de
la d é c a d a de 1880, el segundo se inicia en esa misma d é c a d a
con dos hechos: la salida de los primeros cuadros técnicoprofesionales del Colegio M i l i t a r - - r e c i é n abierto en 1869—
y la fundación del Cuerpo Especial de Estado M a y o r (1879).
1 2
L a l o c a l i z a c i ó n , o r g a n i z a c i ó n y destacamentos de rurales por poblados en las ocho entidades de la R e p ú b l i c a se puede ver en A r c h i v o de
la S e c r e t a r í a de la Defensa N a c i o n a l [en adelante A H S D N ] , D - 4 8 1 . 4 /
12764-12765, Operaciones Militares, 1889. E l reglamento para el servicio de
la p o l i c í a r u r a l de 1880 se puede consultar en D U B L Á N y L O Z A N O , V ,
p . 308. E l n ú m e r o insignificante de los rurales debe evaluarse frente a
otros grupos armados para poder j u z g a r la tesis expuesta por VANDERVVOOD,
1981, p p . 108-109. E n este l i b r o el autor analiza a los rurales sin contrastarlos con otros cuerpos irregulares o auxiliares que t a m b i é n se u t i l i z a b a n
como p o l i c í a o g e n d a r m e r í a r u r a l . E l cuerpo de rurales d e p e n d í a de la
I n s p e c c i ó n General de P o l i c í a R u r a l adscrita a la S e c r e t a r í a de G o b e r n a c i ó n . Su p l a n a m a y o r y el m i s m o inspector general p r o v e n í a n de los jefes
del e j é r c i t o .
ORIGEN Y OCASO DEL EJÉRCITO PORFIRIANO
265
El ú l t i m o periodo coincide con cambios profundos en el proyecto de m o d e r n i z a c i ó n de la dictadura. De 1884 en adelante, el proyecto de desarrollo e c o n ó m i c o es claro y definitivo,
y cobra p r i m a c í a la gestión política y administrativa de una
tecnocracia representada por los " c i e n t í f i c o s " . Este segundo periodo concluye en agosto de 1914 con la derrota y disol u c i ó n del ejército federal. A l deslindar las singularidades de
las dos etapas, se hace evidente que durante la etapa forma¬
t i v a del ejército los oficiales no p r o v e n í a n de las escuelas del
ejército, sino que su adiestramiento se realizó en filas. L o
m á s revelador fue descubrir que el núcleo fundamental y organizador del ejército nacional fue la Guardia Nacional.
CIUDADANOS EN ARMAS
La Guardia Nacional nació en 1846 bajo la urgencia de
agrupar a la c i u d a d a n í a en defensa de la R e p ú b l i c a y en
ausencia de u n ejército o gobierno central capaz de ello.
A p a r t i r de ese momento fue el centro básico de reorganiza13
13
El antecedente i n m e d i a t o de la G u a r d i a N a c i o n a l fue la m i l i c i a cív i c a que s u r g i ó con las Cortes de C á d i z y que en M é x i c o se r e g l a m e n t ó
en 1822. L a m i l i c i a cívica, en su p r i m e r a etapa, estaba constituida por los
ciudadanos armados, en defensa de su localidad. Es decir, fue b á s i c a m e n te u n s í m b o l o de defensa i n t e r n a . V é a s e D U B L Á N y L O Z A N O , V . Decreto
del 3 de agosto de 1822, 29 de d i c i e m b r e . E n 1833-1834 H e r r e r a , m i n i s t r o
de G u e r r a de V a l e n t í n G ó m e z F a r í a s propuso organizar y reglamentar la
m i l i c i a nacional y destinar la fuerza permanente al resguardo de puertos
y fronteras. V é a s e T E N A R A M Í R E Z , 1957, p . 312. Sin embargo, la G u a r dia N a c i o n a l se c o n s o l i d ó bajo el contexto de una i n v a s i ó n extranjera — l a
n o r t e a m e r i c a n a . A n t e la emergencia de u n a crisis nacional el presidente
f e d e r a l i z ó la guardia nacional y con ello se p r o p i c i a r o n las alianzas entre
caudillos regionales. A p a r t i r de ese m o m e n t o se desarrolla u n doble proceso: el p r e d o m i n i o de cierta a u t o n o m í a local y la c o n s t i t u c i ó n de u n poder c e n t r a l . V é a s e D U B L Á N y L O Z A N O , v , p . 16. E n el " R e g l a m e n t o para
o r g a n i z a r , a r m a r y d i s c i p l i n a r la G u a r d i a N a c i o n a l en los Estados, D i s t r i tos y T e r r i t o r i o s de la F e d e r a c i ó n " , septiembre 11 de 1846, pp. 162-169
y L e y del 3 de febrero de 1847, "se faculta al gobierno para que pueda
disponer de la g u a r d i a nacional para defensa de la R e p ú b l i c a " , ibid., v ,
p. 254 y L e y 9 de a b r i l de 1847, ibid., v, p . 266. L a Ley O r g á n i c a de la
G u a r d i a N a c i o n a l se decreta en j u l i o 15 de 1848 y se puede consultar en
ibid., v , p p . 414-421.
266
ALICIA HERNÁNDEZ CHÁVEZ
ción de la vida estatal, regional y nacional. Sólo cedió esa
función hasta la d é c a d a de 1880, y bajo u n contexto nacional
e internacional distinto. Su fuerza y arraigo fueron la expresión de una realidad territorial donde el poder e c o n ó m i c o y
político predominante radicaba en los estados. E l gobierno
central —como bien lo ha expuesto Marcelo Carmagnani—
no contaba con recursos financieros para administrar sus
" t e r r i t o r i o s " . Agobiado por las deudas interna y externa,
por el grupo de agiotistas que d i s p o n í a n de liquidez económica, el gobierno no contó con " u n a s o b e r a n í a financiera
capaz de concentrar recursos" y por ello no tuvo m á s alternativa que ceder, en ese momento, el manejo político m i litar a los estados.
14
El sostén y armamento de la Guardia Nacional se distrib u y ó entre los ciudadanos exentos de servicio y de acuerdo
a sus ingresos. H a y quienes pagaron una pensión desde 2
reales hasta 15 o 20 pesos mensuales para el fondo de la
guardia. Esta situación se mantuvo a lo largo del siglo al seguirse cotizando las élites locales cuando era necesario reclu¬
tar partidas armadas para suprimir una revuelta.
Eduardo Paz, al inicio del porfiriato, recuerda la importancia de la Guardia Nacional y su influencia en el origen
del ejército nacional estableciendo la semblanza con la
G u a r d i a Nacional francesa de 1848. I m p l í c i t a m e n t e , al hacer memoria, destaca que, en ambos casos, sus dirigentes
fueron los grupos acomodados y que su función fue la de sofocar las revueltas populares y l i m i t a r todo poder dictatorial.
" E n aquella época —dice Paz—, aun impresionados con la
r e v o l u c i ó n de 1848 en Francia, nos enamoramos de su
G u a r d i a Nacional y procuramos calcar con ese c a r á c t e r de
ciega i m i t a c i ó n que tanto nos d i s t i n g u e . " Los liberales
15
16
1 4
C A R M A G N A N I , 1983, pp. 287-289r C A R M A G N A N I , 1984, p p . 289-304.
V é a s e A M S , Presidencia M u n i c i p a l , C . 96, exp. 58, L e y 1850
donde se estipula la o b l i g a c i ó n e c o n ó m i c a de los ciudadanos de sostener
la G u a r d i a N a c i o n a l a s í como los sueldos y cargos; A M S , Caja 123, exp.
40. D o c u m e n t o s referentes al m o v i m i e n t o r e v o l u c i o n a r i o de Patos en
1880 con listas y m o n t o de las aportaciones.
PAZ ( s . p . i . , s.f.). V é a s e el v o l . n , p p . 10-11. Agradezco al general
L u i s Garfias el haberme facilitado estos libros, a s í como el apoyo y facili1 5
1 6
ORIGEN Y OCASO DEL EJÉRCITO PORFIRIANO
267
mexicanos del medio siglo reconocieron t a m b i é n en la Guardia Nacional la v i r t u d de ser u n contrapeso a u n ejército
central fuerte y al militarismo, de la misma manera en que
Carmagnani sostiene que los "estamentos propietarios. . .
(manifestaron) una clara intención de impedir el funcionamiento del poder c e n t r a l " . Dice Paz: " E l general G o n z á lez Ortega, como el Sr. Melchor Ocampo, y como el mismo
Sr. J u á r e z eran enemigos del militarismo, y creían de buena
fe en los brillantes conceptos de una C o n s t i t u c i ó n que basaba la defensa nacional en una Guardia Nacional, nunca reglamentada, n i instruida, ni bien a r m a d a " . El liderazgo
social y político de ese organismo fue fundamentalmente de
gobernadores, caudillos regionales y líderes locales, quienes
como ciudadanos en armas acudieron a la defensa de la
n a c i ó n para enfrentar al ejército invasor, pero sobre todo de
grupos internos, que se valían de la fragmentación del Estado central para imponer demandas propias.
17
18
Los padrones de ciudadanos aptos para ser miembros de
la Guardia Nacional se hicieron con base en u n determinado
estrato social: el ciudadano entre 16 y 50 años de edad que
contaba con u n nivel de ingreso anual y que sabía leer y escribir y que no fuera miembro del ejército. M á s a ú n , fue
obligación inscribirse en ella, a riesgo de perder sus derechos
políticos. Los "notables" se r e u n í a n en la casa de uno de
ellos o en el A y u n t a m i e n t o y p r o c e d í a n a elegir sus comandantes por voto directo y secreto. Cada dos años se p r o c e d í a
19
dades de i n v e s t i g a c i ó n que m e b r i n d ó como director del A r c h i v o H i s t ó r i co de la S e c r e t a r í a de la Defensa N a c i o n a l . Respecto al general E d u a r d o
Paz, v é a s e hoja de servicios en A H S D N , Cancelados A / I I I . 2 . 8 3 4 . Paz fue
soldado en 1871, posteriormente d i s t i n g u i d o egresado del Colegio M i l i t a r
y m i e m b r o del C u e r p o Especial de Estado M a y o r .
17
í ' . n 11..—. M * MI
OQ7
O
A R M A C r N A N l , l1yÜQQ
o j , p„ . ¿.OI.
P A Z ( s . p . i . ) , p . 1 1 . U n ejemplo de la d e c i s i ó n del grupo l i b e r a l p o r
reducir el peso del e j é r c i t o es que en 1867 el ejército contaba con a p r o x i madamente 80 000 hombres que se redujeron con el t r i u n f o l i b e r a l , a
20 000. V é a s e El ejército, 1979, p . 282.
V é a s e R e g l a m e n t o para organizar la G u a r d i a N a c i o n a l , septiembre 11 de 1846, en D U B L Á N y L O Z A N O , I V , p p . 161-169 y L e y o r g á n i c a de
la G u a r d i a N a c i o n a l , 15 de j u l i o de 1848, en D U B L Á N y L O Z A N O , V , p p .
414-421.
1 8
1 9
ALICIA HERNÁNDEZ CHÁVEZ
268
a nueva elección de jefes y oficiales, y los antiguos p o d í a n
ser reelectos. Por lo general, la conscripción era voluntaria
y por una sola vez, pues bajo n i n g ú n pretexto se podía obligar a u n miliciano a reengancharse al haber cumplido el plazo reglamentario. Por la forma de elección, la Guardia Nacional q u e d ó en manos de políticos estatales o caudillos
regionales, quienes encuadraron a la tropa miliciana, compuesta fundamentalmente por artesanos, labriegos y j o r n a leros. N o obstante, los ciudadanos que ingresaron en ella
desarrollaron u n concepto de s o b e r a n í a , que l ó g i c a m e n t e
a r r a n c ó de la defensa de la patria chica y de lealtad a su
r e g i ó n pero que ulteriormente se desplazó a la defensa de
la n a c i ó n .
20
L a Guardia Nacional se debe analizar con base en cadauno de los momentos históricos y en la diversidad de las circunstancias locales en las que se desenvolvió, aunque se pueden delinear a grandes rasgos ciertas tendencias. De 1846 a
1876, es decir, a partir de las guerras de intervención hasta
el triunfo de los tuxtepecanos, fue el núcleo fundador del
ejército nacional y en buena medida forjó la identidad de la
n a c i ó n movilizando grandes masas de población y vinculando liderazgos estatales. E n su gran m a y o r í a , los tuxtepecanos fueron miembros de la Guardia Nacional, y el éxito del
golpe militar de D í a z o b e d e c i ó , en parte, a la fuerza y arraigo de este sector en los diferentes estados de la R e p ú b l i c a .
E n este sentido se le identifica con el "federalismo", a pesar
21
2 0
A M S , Fondo Presidencia M u n i c i p a l , C . 9 1 , exp. 30 [109 fojas]
donde se encuentra el registro de la G u a r d i a N a c i o n a l , por n o m b r e de
persona y oficio. V é a s e t a m b i é n D U B L Á N y L O Z A N O , V , p. 430.
E n n o v i e m b r e de 1871 Porfirio D í a z p r o c l a m ó el Plan de la N o r i a ,
donde d e s c o n o c í a a B e n i t o J u á r e z . Su h e r m a n o , Félix D í a z , gobernador
y comandante m i l i t a r de Oaxaca, p r o m o v i ó la o r g a n i z a c i ó n de jefes de la
G u a r d i a N a c i o n a l , y r e u n i ó en ella a Fidencio H e r n á n d e z , entonces teniente coronel de B a t a l l ó n de G u a r d i a N a c i o n a l , a Francisco M e i x u e i r o
y a otros jefes. V é a s e A H S D N , X I . I I I - 2 - 3 5 6 , ff. 49-50. El p r i m e r i n t e n t o
f r a c a s ó , no obstante las hojas de servicio de la oficialidad del ejército porfiriano muestran que en 1876 este sector i m p u l s a y coloca a D í a z en la
presidencia de la r e p ú b l i c a . Por la l i m i t a c i ó n de espacio no se presenta el
a n á l i s i s de la trayectoria p o l í t i c o - m i l i t a r de los casos analizados. V é a s e
2 1
HERNÁNDEZ CHÁVEZ,
1985c.
ORIGEN Y OCASO DEL EJÉRCITO PORFIRIANO
269
de que a lo largo de sus 40 años de existencia t a m b i é n fue
instrumento de grupos conservadores y tuvo fuerte arraigo
como brazo armado de los movimientos populares.'
L a Guardia Nacional se dividió en móvil y sedentaria. L a
p r i m e r a se o r g a n i z ó de manera que pudiera salir a combate
fuera de su lugar de residencia, y la segunda p e r m a n e c í a en
la entidad. A partir del momento en que se desplazaron
cuerpos militares a otras regiones del país se propició la org a n i z a c i ó n regional de liderazgos locales. E n las d é c a d a s de
1850 a 1870 los comandantes de la Guardia Nacional se v i n cularon en determinadas c a m p a ñ a s sobre una vasta r e g i ó n .
Por ejemplo, en las guerras contra el Imperio y el lozadismo,
se forjaron en la región de occidente grupos militares regionales oriundos de Jalisco, Zacatecas, Sinaloa, Durango y
Coahuila. Las c a m p a ñ a s contra el lozadismo consolidaron
n ú c l e o s y alianzas entre líderes como Pedro O g a z ó n , Ram ó n Corona, Ignacio L . Vallarta y Bernardo Reyes, todos
de Jalisco, con T r i n i d a d G a r c í a de la Cadena, de Zacatecas
e H i p ó l i t o Charles de Coahuila. O t r o ejemplo de organización política que se gestó a partir de la Guardia Nacional
22
23
2 2
Los archivos estatales y el A r c h i v o de la S e c r e t a r í a de la Defensa
N a c i o n a l cuentan con i n f o r m a c i ó n abundante sobre los m o v i m i e n t o s de
M a n u e l L o z a d a y los R e n t e r í a en la r e g i ó n de T e p i c , de H e r a c l i o B e r n a l
en la r e g i ó n de Sinaloa; de los m o v i m i e n t o s por s u s t i t u c i ó n de tierras coo r d i n a d o s p o r el general J o s é C o s í o Pontones en los estados circundantes
al D i s t r i t o Federal; de la Sierra de Zacapoaxtla, Puebla y de la m o v i l i z a c i ó n p o p u l a r d u r a n t e la segunda m i t a d del siglo x i x de comunidades y
pueblos en el estado de M o r e l o s . E l p u n t o que nos interesa subrayar es
que cuando P o r f i r i o D í a z t o m ó la d e c i s i ó n de disolver la G u a r d i a Nacion a l y centralizar las fuerzas armadas, los sectores de los pueblos y c o m u n i dades que desarrollaron la t r a d i c i ó n de agruparse bajo esta forma encabezan los movimientos populares de oposición, n e g á n d o s e a ser disueltos o
incorporados al ejército nacional. Para el caso de J u a n Alvarez y la organiz a c i ó n p o p u l a r de la G u a r d i a Nacional en el actual estado de M o r e l o s ; véase M A L L Ó N 1986. Sobre el m o v i m i e n t o de Lozada v M a r c e l i n o R e n t e r í a
v é a n s e H E R N Á N D E Z C H Á V E Z , 1981;
G I R Ó N , 1976.
P a r a el m o v i m i e n t o de
los
pueblos del altiplano en 1879, v é a s e en nota 29.
2 5
V é a s e A H S D N , Cancelados, Pedro O g a z ó n XI.111-1-140, ibid.,
R a m ó n C o r o n a , X I . I I I - 1 - 3 0 3 ; ibid., B e r n a r d o Reyes X L I I I - i - 1 7 2 ; ibid.,
T r i n i d a d G a r c í a de la Cadena, X L I I I - 1 - 2 9 6 . H i p ó l i t o Charles fue gobern a d o r de C o a h u i l a de 1817-1880; le s u c e d i ó en el cargo Evaristo M a d e r o
(1880-1884).
270
ALICIA HERNANDEZ CHAVEZ
fue el caso de notables coahuilenses como Evaristo M a d e r o
(abuelo de Francisco L Madero) y Francisco Z . T r e v i ñ o , coronel de Guardias Nacionales. O el caso de J e s ú s Carranza,
padre de don Venustiano, quien fue coronel de dichos cuerpos durante la guerra de Tres A ñ o s y contra la i n t e r v e n c i ó n
francesa. E n 1865 don J e s ú s fue jefe político del distrito de
Monclova, y en 1878 fue presidente municipal de Cuatro
C i é n e g a s . Bajo su liderazgo militaron vecinos como C e s á r e o
Castro Villarreal, propietario agrícola de la región y padre
del futuro general constitucionalista. F e n ó m e n o s similares
se repitieron en otras zonas del país. Por ejemplo, en las
c a m p a ñ a s sobre Puebla y la ciudad de M é x i c o t a m b i é n se
movilizaron las Guardias Nacionales de Guerrero bajo el
mando de J u a n Alvarez, quien se convirtió en el caudillo
suriano m á s poderoso de mediados del siglo. L o mismo
aconteció en el caso de Oaxaca bajo la comandancia de Porfirio D í a z , Francisco Meixueiro, Fidencio H e r n á n d e z o F é lix D í a z . A grandes rasgos y a través de unos cuantos
ejemplos queremos destacar las circunstancias bajo las cuales determinados grupos políticos estatales se vinculan entre
sí. E l hecho fue que estos j ó v e n e s ocuparon de inmediato posiciones intermedias de mando hasta constituir organizaciones que abarcan vastas zonas del país o de carácter nacional.
Las circunstancias político-militares les permitieron ascender en dos o tres a ñ o s al grado de coronel o inclusive de general del ejército auxiliar o permanente. L a estructura m i l i tar y la movilidad acelerada los colocó, para la d é c a d a de los
a ñ o s 1870, en posiciones de mando y con capacidad de aspirar al poder nacional. Prueba de ello es que en 1876 fueron
estos oficiales de Guardia Nacional los que llevaron a Porfi24
25
26
2 4
Véase
BARRAGÁN RODRÍGUEZ,
1945,
pp.
28-29;
BARRAGÁN,
1950;
VASCONCELOS, 1958, p p . 1-223; CORREA, 1953. Francisco Z . T r e v i ñ o fue
el padre de J a c i n t o B . T r e v i ñ o , general del ejército constitucionalista d u rante la r e v o l u c i ó n mexicana. V é a s e Memorias Treviño (ras.), p p . 9-10, en
AJTr.
Para el caso de J u a n A l v a r e z , v é a s e el excelente a r t í c u l o de M A L L Ó N , 1986, y para l a G u a r d i a Nacional de Puebla v é a s e T H O M P S O N ,
2 5
1985.
2 6
T a m b i é n véase HUERTA JARAMILLO,
1985.
A H S D N , X I . I I I - 2 - 3 5 6 , ff. 49-50. V é a s e la nota 2 1 .
ORIGEN Y OCASO DEL EJÉRCITO PORFIRIANO
271
r i o D í a z a la presidencia de la R e p ú b l i c a . Muchos de ellos
se convirtieron en sus principales opositores políticos en la
d é c a d a de 1880. Otros, sin embargo, mantuvieron u n peso
político importante en su gobierno a lo largo del siglo. Cabe
s e ñ a l a r que los lazos que se crearon en esta etapa perdurar o n hasta la vuelta del siglo, dado que durante la revolución
de 1910-1920 algunas de estas familias políticas constituyer o n el núcleo del ejército maderista y constitucionalista.
L a d é c a d a de 1880 presenta una coyuntura distinta que
p e r m i t i ó crear u n poder central. Para 1879-1880, los ingresos recuperan el nivel de 1842 y el país se abre a la i n v e r s i ó n extranjera. Bajo estas nuevas circunstancias, D í a z
—como ex comandante de Guardia Nacional— conocía el
potencial militar y la p r o p e n s i ó n política de este sector. Por
lo mismo, en u n lapso de seis a ñ o s y de manera deliberada
promueve el traslado de los milicianos adictos a él al ejército
auxiliar o permanente y desmoviliza a la Guardia Nacional.
Sin embargo, la medida anterior e n c o n t r ó serias resistencias
entre los batallones de Guardia Nacional locales formados
por artesanos y campesinos de cada pueblo, así como entre
generales desplazados por los tuxtepecanos. L a interrelación
de soldado-campesino o soldado-ciudadano de Guardia Nacional desató y fortaleció en diversas regiones del país movimientos comunalistas, de a u t o n o m í a municipal popular y de
lucha por la restitución de tierras. E n sus proclamas y demandas exigieron nombrar sus propias autoridades municipales, la disolución del ejército federal y la sustitución de
éste por la Guardia Nacional. C o m o brazo armado de los
M o v i m i e n t o s Populares de oposición al gobierno y encabezado por directorios militares compuestos por generales desafectos, estos grupos fueron una amenaza constante al proceso de centralización y al orden impuesto por los
porfiristas. Por este motivo, a partir de 1879 hasta 1893,
27
28
C ARMAGNANl,
2 8
1983,
p.
296.
V é a s e A H S D N , Cancelados, J o s é C o s í o Pontones. X I . I I I . 2 - 1 8 3 ,
G A R C Í A C A N T Ú , 1969, p . 71-72, p. 437, nota 22. E l m o v i m i e n t o se gestó
a mediados del siglo x i x y se d i o en el contexto de u n a m o v i l i z a c i ó n d é
sectores rurales de los estados centrales: Q u e r é t a r o , Estado de M é x i c o ,
M o r e l o s , Puebla, H i d a l g o . Los tuxtepecanos ofrecen —a cambio del apo-
272
ALICIA HERNÁNDEZ CHÁVEZ
el gobierno procedió a disolver la Guardia Nacional y reprimir de manera rutinaria las rebeliones a u t ó n o m a s . E n ese
periodo el ejército auxiliar de la F e d e r a c i ó n a s u m i ó el rol de
policía o gendarme del orden interno. El ejército permanente —como veremos— intervino en contadas ocasiones en la
r e p r e s i ó n de movimientos de oposición estatales. Por el contrario, el gobierno optó por desarrollar u n ejército profesional centralizado y reducido en efectivos.
"CIENTÍFICOS ANTES QUE SOLDADOS"
En la d é c a d a de 1880 se inició la etapa de profesionalización
del ejército y se comenzaron a sustituir los cuadros del ejército federal por oficiales egresados del Colegio M i l i t a r . Los
militares formados en filas tuvieron la opción de pasar por
una serie de e x á m e n e s a c a d é m i c o s y cursos de formación
para aspirar a ingresar al ejército permanente. N o obstante,
el bajo nivel educativo obligó a u n buen n ú m e r o de ellos
—que n i leer y escribir s a b í a n — , a verse relegados al ejército auxiliar de la federación. Este sector del ejército a c a bó por
reclutar a militares de "segunda". Incluso a los cadetes del
yo de comunidades y pueblos— r e s t i t u c i ó n de tierras y a u t o n o m í a m u n i cipal. Pontones, T i b u r c i o M o n t i e l y G a b r i e l Bautista, todos militares, se
o r g a n i z a r o n como directorio m i l i t a r y a la vez actuaron como apoderados
de los pueblos, los cuales c a r e c í a n de " l i c e n c i a para l i t i g a r , n o m b r a r representantes y r e u n i r s e " . V é a s e G A R C Í A C A N T Ú , 1984, p . 72. E l m o v i m i e n t o c o b r a e x t e n s i ó n e intensidad al l o g r a r coordinarse en t o r n o a u n
cuerpo de abogados-militares que elevan el l i t i g i o ante la Suprema C o r t e
de J u s t i c i a . E n 1879 capturan a sus cabecillas. V é a s e A H S D N , Cancelados, G a b r i e l Bautista, X I . I I I . 8 - 2 2 1 1 ; ibid., J o s é C o s í o Pontones. Los manifiestos de L e y del Pueblo del Plan de la Barranca y el Manifiesto de Rev o l u c i ó n Social y Plan Socialista p r o c l a m a d o p o r los representantes de los
estados confederados en 1879 p r o p o n e n : o r g a n i z a r falanges populares en
s u s t i t u c i ó n del e j é r c i t o , n o m b r a r "sus propias autoridades y u n congreso
a g r a r i o . M o v i m i e n t o s de esta í n d o l e c o n t i n ú a n hasta mediados de 1880.
V é a s e , p o r ejemplo, el p l a n y p r o c l a m a de H e r a c l i o Bernal donde se propone fortalecer el cuarto poder: el m u n i c i p i o , y f o r m a r guerrillas de G u a r dia N a c i o n a l . L a doctoranda del CEH, C a r m e n Salinas, prepara su tesis
en t o r n o a los m o v i m i e n t o s políticos de estos pueblos con énfasis en el est u d i o de los pueblos del estado de M é x i c o .
ORIGEN Y OCASO DEL EJERCITO PORITRIANO
273
Colegio M i l i t a r que reprobaban sus cursos se les castigaba
e n v i á n d o l o s al ejército auxiliar.
A partir de esta m u t a c i ó n —como ya se dijo— el ejército
auxiliar de la federación fue el encargado de suprimir las revueltas. L a delimitación de funciones entre auxiliares y permanentes produjo una división y tensión en el interior del
ejército permanente que condujo a una ruptura grave dentro de las fuerzas armadas, obteniendo ahora los militares de
carrera mayores prebendas. L a formación profesional del
m i l i t a r y su situación de privilegio transformaron la composición social de los dos sectores, e n c o n t r á n d o s e entre la oficialidad del ejército permanente una élite y en las fuerzas
auxiliares a una clase media pobre o a desempleados y vagabundos. Inclusive a los ex presidiarios y disidentes políticos
se les castigaba e n v i á n d o l o s a filas. En la medida en que el
ejército auxiliar de la federación a g r u p ó al sector m á s corruptible y éste se destinó a liquidar los focos locales de oposición, se propició la relación entre su oficialidad y la política
estatal. En este sentido, la p r o p e n s i ó n de "los auxiliares" a
vincularse con asuntos políticos fue distinta a la del ejército
permanente. De 1880 en adelante, el ejército permanente
intervino sólo si se consideraba " r o t o o perturbado el orden
p ú b l i c o " . Bajo esas circunstancias, el congreso local solicitaba la i n t e r v e n c i ó n de las tropas federales, y los poderes de
la U n i ó n analizaban el carácter del conflicto antes de autorizar su movilización. L a participación bélica del ejército de
línea, sin duda, fue tenaz en las largas y crueles c a m p a ñ a s
de exterminio contra yaquis en Sonora
y niayas en Y u c a t á n
o en 1891-1893, en la masacre del pueblo de T o m ó c h i c , C h i huahua. Por lo d e m á s Porfirio D í a z fue sumamente cuidadoso al respecto, pues t e n í a conciencia de que la intervención de tropa federal se resentía como una violación a la
s o b e r a n í a de cada estado.
29
30
2
* HERNÁNDEZ
3 0
CHÁVEZ,
1985C.
L a p r e o c u p a c i ó n c o n t i n u a por deslindar el campo de a c c i ó n del
e j é r c i t o federal y los auxiliares se encuentra en el A r c h i v o Porfirio D í a z ,
U n i v e r s i d a d I b e r o a m e r i c a n a . Por ejemplo: L . 6 , c2, 7 9 8 ; L . 6 , c3, 1 0 6 5 ;
Correspondencia con el Jefe de la R e g i ó n M i l i t a r de Oaxaca general M a riano J i m é n e z , a ñ o 1 8 8 1 .
274
ALICIA HERNANDEZ CHAVEZ
L a velocidad de ascenso y p r o m o c i ó n t a m b i é n se modificó
radicalmente. A diferencia del primer periodo, cuando bastaban tres años para ostentar el grado de general, ahora el
m i l i t a r d e b í a esperar de 10 a 30 a ñ o s para aspirar al de coronel. Los auxiliares t e n í a n nulas posibilidades de franquear
ese grado y m u y pocas de pasar al ejército permanente. Por
otra parte, al restablecerse la estabilidad política, la guerra
dejó de ser el principal medio de movilidad y naturalmente
el militar que egresaba de las escuelas del ejército se vio favorecido.
Como ya dijimos, el Colegio M i l i t a r reinició cursos en
1869. L a p r o m o c i ó n 1872-1879 fue la de u n grupo singular
de cadetes a cuya cabeza se encontraba Á n g e l G a r c í a P e ñ a
—futuro secretario de Guerra bajo la presidencia de Francisco I . M a d e r o — , y Victoriano H u e r t a (presidente espurio
de M é x i c o de 1913 a 1914), J o a q u í n Beltrán y M a n u e l
M o n d r a g ó n . A l concluir los siete años de estudio reglamentarios, el grupo pasó a formar parte del recién creado Cuerpo Especial de Estado M a y o r (1879). E l coronel Francisco
P. Troncoso fue su primer jefe. Su misión fue la logística
y la formación de los cuadros para los estados mayores de
los cuerpos del ejército. L a nueva generación de militares,
sin arraigo en sus regiones natales —en el sentido de la
Guardia Nacional—, formada en las aulas del Colegio M i l i tar y asimilada al Cuerpo de Estado M a y o r , se convirtió en
el semillero de los futuros aspirantes al poder nacional. A su
vez, en él se formaron los cuadros de ingenieros y constructores de la infraestructura de edificios y comunicaciones del
porfiriato. El Colegio M i l i t a r , por su reputado nivel académico, p r o p o r c i o n ó a los j ó v e n e s de clase media de provincia
una e d u c a c i ó n y posibilidad de ascenso social y profesional.
L a carrera m á s cotizada fue la de ingeniero militar. Sin embargo, una vez terminados los estudios y habiendo servido
en el ejército por unos a ñ o s , fue c o m ú n el que u n oficia! ambicioso que se topaba con escasos privilegios se diera de ba31
^ H E R N Á N D E Z C H A V E Z , 1985C, y P A Z , p p . 16-223. A H S D N , Cancelados, Francisco P . T r o n c o s o , 164, D . I I I . 1-197, ibid., J o a q u í n B e l t r á n Catanares, X I . I I I . 2-1025, ibid., M a n u e l M o n d r a g ó n , X I . I I I . 1-13; ibid.,
V i c t o r i a n o H u e r t a M á r q u e z , X I . I I I . 1-104.
ORIGEN Y OCASO DEL EJERCITO PORFIR1ANO
275
j a . Pocos optaban por continuar la carrera militar al constatar que t e n í a n una larga trayectoria por delante, de 25 a 30
a ñ o s en promedio para ascender al grado de coronel, y que
sólo 2 0 % aproximadamente alcanzaba el grado de general.
L o anterior se agudizó por los bajos salarios. E n 1905, por
ejemplo, u n coronel de artillería ganaba m á s o menos el
equivalente al salario m í n i m o de u n empleado del sector
p ú b l i c o . A los que sí continuaron la carrera militar como
ingenieros, geógrafos, militares y artilleros, se i n t e n t ó mantenerlos alejados de la política, pues los porfiristas se propon í a n crear científicos antes que soldados. Los "científicos
m i l i t a r e s " , a diferencia de los del ejército auxiliar, se ocupar o n del levantamiento de la carta general de la R e p ú b l i c a ,
c r e á n d o s e para ello la C o m i s i ó n Geográfica Exploradora, de
la c o n s t r u c c i ó n de establecimientos militares, del diseño y
c o n s t r u c c i ó n de puentes y caminos, de la desviación de cursos de ríos, de la demolición o reconstrucción de edificios dañ a d o s por temblor o del trazo y tendido de ciertos ramales
del ferrocarril. Otros grupos se organizaron por comisiones
de estudio avocadas al perfeccionamiento y diseño de armamento. Algunos participaron en los estudios y planes para
r e o r g a n i z a c i ó n del ejército, así como en la formulación de
leyes o r g á n i c a s , reglamentos y ordenanzas que se continuar o n empleando hasta la segunda guerra m u n d i a l .
32
33
14
L a tercera reelección de Porfirio D í a z (1892) revela la
gravedad de la ruptura y división entre el ejército permanente y el auxiliar e ilumina el proceso a través del cual se
configuran algunos grupos de oposición al interior de la élite
gobernante. Los políticos estatales p o d í a n aceptar la reelección de D í a z , pero no estaban dispuestos a tolerar cualquier
3 2
E n 1 9 0 5 u n oficial p e r c i b í a u n salario igual o inferior al de u n
o b r e r o . V é a s e BRISEÑO O R T E G A ( s . p . i . ) , p. 2 3 . V é a s e t a m b i é n Seminario,
1 9 6 0 , p p . 1 5 2 - 1 5 3 . Las e s t a d í s t i c a s e c o n ó m i c a s p o r sectores muestran que
el salario m í n i m o de u n empleado de! sector p ú b l i c o era de $ 2 9 2 0 . 0 0 .
C o m p a r á n d o l o s con los sueldos del ejército es notable ver que era superior
al de u n coronel de c a b a l l e r í a , que p e r c i b í a $ 2 7 7 4 . 0 0 anuales, u n o de
a r t i l l e r í a $ 2 8 3 8 . 7 5 , y u n o de i n f a n t e r í a $ 2 5 5 5 . 0 0 . Hasta u n general de
b r i g a d a de i n f a n t e r í a ganaba sólo $ 2 6 4 9 . 2 0 . V é a s e SANZ, 1 9 7 1 .
3 3
V é a s e PAZ, I I , p. 2 5 .
3 4
V é a s e GARCÍA,
1 9 7 5 , pp.
4 8 5 - 5 5 5 . V é a s e SÁNCHEZ L A M E G O , 1 9 5 2 .
276
ALICIA HERNÁNDEZ CHÁVEZ
imposición en su propio t e r r u ñ o . Por ello, el movimiento
antirreeleccionista c e n t r ó su actividad en la reelección de gobernadores y autoridades municipales. El asunto era importante porque en las elecciones de 1892 el grupo que lograra
colocar a su gobernador se e n t r o n i z a r í a en el poder por dos
o m á s periodos constitucionales, y quien fuera gobernador
m a n e j a r í a municipios y jefaturas políticas. Por lo tanto, las
elecciones para estos cargos se convirtieron en el punto central de la política. L a frontera norte e n t r ó en u n periodo especialmente delicado porque la crisis política se dio en medio de una profunda crisis social que afectaba vastas zonas
de la r e g i ó n . L a escasez de lluvias se h a b í a dejado sentir durante tres años (1889-1892), con la consiguiente p é r d i d a de
cosechas y carencia de alimentos básicos. Las quejas de los
diversos municipios de Coahuila hablan de "tres a ñ o s
estériles que nos han t r a í d o la falta de lluvias, una miseria
horrible, al grado de que existen porción de familias fuera
de sus hogares, las cuales habitan en las sierras para alimentarse con hierbas silvestres". L a hambruna por falta de
m a í z o el elevado precio del mismo asoló a las diversas zonas
del norte obligando a m u l t i t u d de familias a la mendicidad
y a la vagancia. Por su extrema debilidad, t a m b i é n fueron
víctimas de la epidemia de tifo. Los sectores medios o productores en p e q u e ñ o , a su vez, fueron golpeados por la seq u í a , la elevación de precios —resultado de la depreciación
de la plata— y por un plan de arbitrios que impuso nuevos
g r a v á m e n e s al comercio.
35
36
L a región minera de Zacatecas, Durango y Coahuila, así
como sus zonas agrícolas, sufrieron la peor depresión en
muchos a ñ o s . Fue en ese contexto que surgió Francisco V i lla, de quien el futuro Doroteo Arango, el Pancho V i l l a de
3 5
V é a s e A M S , R a m o Jefatura P o l í t i c a . A M S , J P , caja 13, exp. 68,
vecinos de m u n i c i p i o de A r t e g a al gobernador de C o a h u i l a , j u n i o 1892.
A M S , J P , caja 13, exp. 3 1 . Vecinos de Ramos A r i z p e al jefe político del d i s t r i t o del centro, j u n i o 1892; ibid., caja 1 1 , exp. 123, M u n i c i p i o
de A r t e a g a al gobernador de C o a h u i l a , j u n i o 1892; ibid., caja 1 1 , exp. 40,
caja 1 1 , exp. 2 427. Acerca de los efectos de la d e p r e c i a c i ó n de la plata,
v é a s e ibid., caja 12, exp. 2, correspondencia del jefe político del distrito del
centro con el gobernador de C o a h u i l a .
3f)
ORIGEN Y. OCASO DEL EJÉRCITO PORFIRIANO
277
la R e v o l u c i ó n , tq'maría el nombre. E l mito en torno a la
existencia del V i l l a original se desvanece al comprobar su
existencia e importancia en los movimientos sociales de ese
periodo. Durante m á s de u n a ñ o —de enero de 1891 a febrero de 1892— se le persiguió con tenacidad por lo que los
gobernadores calificaron como " c r í m e n e s " cometidos en Zacatecas, Durango y Coahuila. E n la frontera con T a m a u lipas t a m b i é n se levantó Catarino Garza, quien en febrero
de 1891, con el asesinato del doctor Ignacio M a r t í n e z , asum i ó la jefatura del movimiento. Garza era u n exiliado político, periodista e hijo de residentes de Nueces, County, Texas. E l movimiento c o b r ó importancia por la clase media
de origen mexicano que reclutaba en ambos lados de la frontera. Porfirio D í a z giró ó r d e n e s terminantes a Bernardo Reyes, comandante militar de la zona que c o m p r e n d í a
los estados de Coahuila, Nuevo L e ó n y Tamaulipas, que
"atacara las partidas rebeldes y se les diera severo escarm i e n t o " . L a represión fue brutal, los rebeldes capturados fueron consignados al servicio del ejército y trasladados
a Y u c a t á n . El conflicto que ya afectaba varios estados se
a g r a v ó porque el movimiento oposicionista, e n c o n t r ó adeptos entre los cuerpos auxiliares de los estados, quienes se
resistían a combatir a sus c o t e r r á n e o s . Bajo esas condiciones el gobierno se vio obligado a depender del ejército federal y cuando se r e c u r r í a a tropas auxiliares las órdenes eran
precisas. En primer lugar, que "se observaran los cuerpos
37
38
39
40
J /
V é a s e A M S , J P , caja 14, exp. 3, general Feliciano Z e r m e ñ o al l i cenciado J e s ú s del V a l l e , jefe p o l í t i c o del distrito del centro, 6 de febrero
de 1892, A M S , J P , R a m o Presidencia M u n i c i p a l , caja 134, exp. 4, enero
1892; j e f a t u r a p o l í t i c a de V i l l a de L e r d o solicitando a u x i l i o para la apreh e n s i ó n de Francisco V i l l a , enero de 1891.
A r c h i v o de B e r n a r d o Reyes, en adelante se c i t a r á A B R , seguido
del fondo ( D L I ) n ú m e r o de carpeta ( C ) y D o c u m e n t o ( D ) . A B R , D L I ,
C . 13 y 14, contienen i n f o r m a c i ó n acerca del m o v i m i e n t o de C a t a r i n o
G a r z a . V é a s e t a m b i é n A r c h i v o de la S e c r e t a r í a de Relaciones Exteriores,
en adelante A S R E , serie H / 5 1 3 - 1 9 1 0 - 2 0 / I , L i b r o especial 857.
3 9
A B R , D L I , C, 14, D . 2734, P o r f i r i o D í a z a B e r n a r d o Reyes, sept i e m b r e 1891.
Ibid., C . 15, D . 2802, octubre 1891. Se e n v í a a A l e j o S á n c h e z y sus
p a r t i d a r i o s al contingente de la p e n í n s u l a .
4 0
ALICIA HERNÁNDEZ OHÁVEZ
278
auxiliares y sólo entraran en combate cuando excedieran
en n ú m e r o tanto a auxiliares como rebeldes".
L o anterior fue con el fin de impedir que se unieran a los rebeldes
y voltearan las armas contra los federales. Las mismas condiciones se repitieron en otros levantamientos en el país,
es decir, la desconfianza en la tropa auxiliar. En este
mismo contexto se da el levantamiento de u n p e q u e ñ o
pueblo alojado en el distrito de Bravos: T o m ó c h i c , Chihuahua. Los l u g a r e ñ o s del pueblo de Ascensión, en febrero
de 1892, depusieron a las autoridades; para septiembre de
ese a ñ o el movimiento h a b í a cobrado tal d i m e n s i ó n que
se e n v i ó tropa federal con un cuerpo auxiliar de Durango:
¡96 oficiales y 1 187 de tropa contra unas decenas de familias! L a rebelión c u n d i ó en el distrito de Guerrero incorporando a familias extendidas de los rancheros, comerciantes
y p e q u e ñ o s propietarios de las diferentes poblaciones. Primos, hermanos, tíos y compadres, de manera solidaria, reclinaban gente de los distritos de Galeana y Guerrero. Pese
a su superioridad bélica, la tropa federal recibió varios descalabros vergonzosos; inclusive desertores del ejército federal engrosaron las filas de los rebeldes.
El Washington
Post i n f o r m ó que la fuerza de los alzados y las derrotas i n fringidas al ejército federal no sólo eran producto de u n
m o v i m i e n t o mesiánico sino t a m b i é n causadas por u n alza
en las contribuciones y coincidían con una " c o n s p i r a c i ó n ' '
general en contra de las autoridades constituidas de la Rep ú b l i c a . E n noviembre del 92 e n t r ó tropa federal auxi41
42
43
44
4 1
V é a s e A B R , D L I , C . 14, D . 2800, P o r f i r i o D í a z a Reyes, octubre
1891 y C . 19, D . 3605, Porfirio D í a z a B e r n a r d o Reyes, 18 de agosto
1893.
A B R , D L Í , C . 15, D . 2885, 2897, 289, diciembre 1891 e ibid., D .
3253. P o r f i r i o D í a z a B e r n a r d o Reyes, 29 de agosto, 1892. V é a s e A B R ,
D L I , C . 16. V é a s e especialmente D . 3037, P o r f i r i o D í a z a Bernardo Reyes, 2 de febrero, 1892.
A B R , D L I , C . 18, D . 3482, I n f o r m e del general J o s é M . Rangel
a B e r n a r d o Reyes, 23 de a b r i l 1893; Ibid., D . 3493. I n f o r m e sobre la camp a ñ a de T o m ó c h i c , general J u a n A . H e r n á n d e z , 2 de mayo de 1892.
4 2
4 3
GILL,
4 4
1960,
pp.
7-41.
FRÍAS,
1894.
Washington Post (21 sep. 1892).
ORIGEN Y OCASO DEL EJÉRCITO PORFIRIANO
279
liada por refuerzos de indios pames de Sonora. El m o v i miento fue brutalmente aplastado.
Estos movimientos de tipo popular o mesiánico coincidieron con agravios y demandas propias de las élites políticas
regionales. E n los diferentes municipios de Coahuila se formaron clubes políticos con el propósito de influir en las elecciones por celebrarse. E n Allende, Coahuila, Francisco Z .
T r e v i ñ o , ex coronel de Guardia Nacional y pariente de otro
coahuilense, M a r c o Benavides encabezó el movimiento antirreeleccionista contra el gobernador, J o s é M a r í a Garza
G a l á n , y reclutó hacendados, ganaderos, rancheros y agricultores. El movimiento lo secundó Emilio Carranza, tamb i é n ex miembro de Guardia Nacional, y Paulino C a n i n i .
Todos notificaron al gobierno central que se sublevaban
" c o n t r a la autoridad local por los atropellos sufridos".
Sin embargo, Porfirio D í a z escribió de inmediato a Reyes
diciendo que " t e m í a que el general Francisco Naranjo pretendiera poner a la gente de Coahuila en situación de guerra
contra el g o b i e r n o " . L a situación para mediados de 1893
era crítica. El presidente recibía noticia de la conducta dudosa de jefes militares y o r d e n ó a Reyes que trasladara disimuladamente al coronel Pedro A g ü e r o y al teniente coronel
Felipe Vega. L a desafección alcanzó grados que exigían medidas drásticas. Por ello, de forma súbita se llevaron a M o n terrey, en calidad de detenidos por andar "azuzando a sus
45
46
47
4 5
V é a s e A B R , C . 18, D . 3587, Francisco Z . T r e v i ñ o a B e r n a r d o Reyes. I n f o r m e sobre la a c t i v i d a d antirreeleccionista de los clubes, exigiendo
g a r a n t í a s , agosto de 1893. V é a s e t a m b i é n " M e m o r i a s del general J a c i n t o
B . T r e v i ñ o " ( m s . ) , en A J T r . E l tío de J a c i n t o B . T r e v i ñ o , M a r c o s Benavides, era a g r i c u l t o r - a l g o d o n e r o y socio de M a d e r o . V é a s e t a m b i é n A B R ,
D L I , C . 18, D . 3590 y 3593 y C . 19, D . 3623. Porfirio D í a z a B e r n a r d o
Reyes o r d e n á n d o l e el arresto de C a r r a n z a por sus ligas con la r e v o l u c i ó n
que proyectaba Francisco Z . T r e v i ñ o .
A B R , D L I , C . 19, D . 3615, Porfirio D í a z a B e r n a r d o Reyes, 21 de
agosto de 1893, donde le transmite los mensajes recibidos de los "alzados
aludidos".
Ibid., C . 19, D . 3604, P o r f i r i o D í a z a B e r n a r d o Reyes, 18 de agosto 1893; ibid., C . 18, D . 3596, P. M o r a l e s E l i z o n d o a B e r n a r d o Reyes.
I n f o r m a que el general N a r a n j o ha i n v i t a d o a diversas personas a unirse
al conflicto de C o a h u i l a .
4 7
ALICIA HERNÁNDEZ CHÁVEZ
280
48
sublevados", al teniente coronel J u l i o Pérez y al c a p i t á n
Eligió Tapia.
Los problemas políticos, como se puede observar, se desarrollaron en diversos niveles. U n o fue el de las rebeliones y
movimientos populares, el otro el de los conflictos entre las
élites locales por el poder político. El mediador en el conflicto fue Bernardo Reyes. A los rebeldes populares se les consignó al servicio del ejército o como presos políticos; muchos
perdieron la vida. En cambio, el conflicto entre las élites se
resolvió de otra manera. L a clave del éxito estuvo en la solución política, que d e s c a r t ó la militar o la represiva. Si bien
D í a z p r e t e n d i ó —en primera instancia— amenazar a Reyes
al ordenarle que se juzgara por i n s u b o r d i n a c i ó n militar a
aquellos que hubieran servido en la Guardia Nacional, éste
le aconsejó lo contrario. L a solución pacífica libró de j u i cio militar a los ex miembros de la Guardia Nacional del sector social de don Evaristo M a d e r o , o de Francisco Z . T r e v i ño. M á s a ú n , Reyes, con gran tino, valoró la diferencia
entre los levantamientos populares y las demandas de estos
jerarcas locales, concediendo a los últimos ciertas posiciones
políticas. Los dos hermanos Carranza, Venustiano y E m i lio, ocuparon presidencias municipales; Francisco Z . T r e v i ñ o y C e s á r e o Castro t a m b i é n recibieron apoyo. A la vez se
c o n c e d i ó la no reelección del gobernador Garza G a l á n . Su
puesto se e n t r e g ó al candidato reyista M i g u e l C á r d e n a s . A
partir de esta etapa Reyes se convirtió en la figura regional
m á s poderosa.' para 1895 se le menciona insistentemente
como sucesor de Porfirio D í a z .
49
50
Por su parte, el gobierno central evaluó lo sucedido y
4 8
A B R , D L I , C . 18, D . 3568, Reyes a D í a z , 21 de j u l i o de 1893 y
C . 19, D . 3607, D í a z a Reyes, 19 de agosto de 1893.
A B R , D L I , C . 18, D . 3566. D í a z a Reyes, 26 de j u l i o de 1893.
A B R , D L I , G . 22, D . 4374. M á x i m o A n c o n a de Y u c a t á n a Bern a r d o Reyes, 16 febrero 1893; ibid., C . 24, D . 4757, general Francisco
N a r a n j o , de Lampazos, N u e v o L e ó n a B e r n a r d o Reyes, 24 de n o v i e m b r e
de 1895, ibid., C . 24, D . 4757, J u a n J . V i l l a r r e a l de M o n c í o v a , C o a h u i l a
a B e r n a r d o Reyes, 29 de febrero de 1896. E n esta ú l t i m a carta se destaca
que los M a d e r o a p o r t a r í a n sustancialmente a la R e v o l u c i ó n con el fin de
llevar a Reyes a l a presidencia. Acerca de la c a í d a del coronel J o s é M a r í a
G a r z a G a l á n , v é a s e H E R N Á N D E Z C H Á V E Z , 1985b, p p . 1-16.
4ÍI
5Í)
ORIGEN Y OCASO DEL EJÉRCITO PORFIRIANO
281
t o m ó medidas r á p i d a s que afectaron al ejército. En primer
lugar, las autoridades sabían que en esos dos años se vieron
obligadas a destinar el 30% de los efectivos federales para
enfrentar las rebeliones en tres zonas del país, el noreste,
C h i h u a h u a y el estado de Guerrero. L o m á s grave fue el
desequilibrio ocasionado al dejar desguarnecidas otras entidades ante la necesidad de retirar por desconfianza o i n s u b o r d i n a c i ó n al sector de auxiliares del ejército. L a decisión fue d r á s t i c a : reducir al sector m á s indisciplinado —los
auxiliares— y pasarlos al depósito o ponerlos " a disposic i ó n " . D e esta forma, el militar sin mando o comisión carecía de fuerza y a d e m á s —al no darlo de baja— quedaba sujeto a ordenanza militar. El recorte a nivel de general y
coronel fue del 76.5%, y para los jefes y oficiales con grado
de teniente coronel a subteniente del 38.5% . Todos pasaron
al depósito o a " d i s p o s i c i ó n " . De hecho se descabezó al ejército auxiliar. El rango m á s afectado fue el de coronel auxiliar, teniente coronel y mayor, quienes por su posición de
mando de tropa eran potencialmente m á s peligrosos. Adem á s , fue en este sector donde p r e d o m i n ó la indisciplina,
abusos de autoridad y casos de i n s u b o r d i n a c i ó n . Las bajas
a estos niveles fueron del orden del 63 % al 71 % de sus
miembros. ( V é a s e el cuadro 2.) E n cambio, los porcentajes
de jefes y oficiales del ejército permanente fueron m u y diferentes. D é l o s tres grados superiores sólo el 20.7% pasó a depósito o a " d i s p o s i c i ó n " , entre ellos numerosos jefes en
edad de retiro. Los grados inferiores de coronel a subteniente del ejército se redujeron sólo en 19.3% (Véase el cuadro
3.) Los juicios por i n s u b o r d i n a c i ó n se manejaron con gran
discreción por ser
al decir del propio D í a z
"peligrosos
para la disciplina del e j é r c i t o " . Dentro del mismo p r o p ó sito de disminuir el peso del sector ca.stren.se de 1896 a 1903
el n ú m e r o de militares gobernadores pasó de 21 a 8. El con51
5 1
Los porcentajes y cifras se calcularon con base en el Escalafón,
1897. Los resultados obtenidos pueden consultarse en los cuadros 1, 2 y
3. Para el p r o b l e m a de los juicios p o r i n s u b o r d i n a c i ó n o indisciplina,
v é a s e H E R N Á N D E Z C H Á V E Z , 1985C, p p . 93-106 y A B R , D L I , C . 26, D .
5025-5026, Felipe B e r r i o z á b a l a B e r n a r d o Reyes, 11 a b r i l 1897, ibid.,
D . 5034, P o r f i r i o D í a z a B e r n a r d o l^jeyes, m a y o 1899.
282
ALICIA HERNÁNDEZ CHÁVEZ
Cuadro 2
REDUCCIÓN DE EFECTIVOS DEL EJÉRCITO AUXILIAR
1896
Porcentaje que paso
a depósito o a
Ovado
Total Deposito A àïsposiciôn
6
85.7
34
28
1
85.2
185
137
1
74.5
226
165
8
76.5
Teniente coronel
72
46
-
63.8
Mayor
80
51
-
63.1
156
43
—
27.5
139
42
-
30.2
260
36
Subteniente
22.2
45
Subtotal
929
263
-
20.2
General de brigada
General coronel
Coronel de todas las armas
Total
1
disposición
Grado y arma
Infantino,
Capitán
Capitán 2
o
Teniente
-
13.8
Goballcria,
-
97
61
Mayor
173
123
Capitán
157
73
133
72
-
54.1
209
61
—
29.2
769
390
Teniente coronel
Capitán 2
o
Teniente
Subtotal
Total
62.8
71.0
-
46.4
38.5
1 698
F U E N T E : Escalafón General del Ejército y Armada Nacionales. S e c r e t a r í a de
G u e r r a y M a r i n a , D e p a r t a m e n t o de Estado M a y o r , M é x i c o , T i p o g r a fía de O f i c i n a I m p r e s o r a del T i m b r e , Palacio N a c i o n a l , 1897.
traste con el a ñ o de 1890 fue notable, pues la p r o p o r c i ó n
civiles-militares, en el mismo puesto, se i n v i r t i ó .
Los ajustes en el ejército provocaron malestar, mas los
52
5 2
V é a s e C o s í o V I L L E G A S , Í 9 7 2 , p p . 425-426.
ORIGEN Y OCASO DEL EJÉRCITO PORFIRIANO
283
Cuadro 3
REDUCCIÓN DE EFECTIVOS DEL EJÉRCITO PERMANENTE 1 8 9 6
Grado
Total
Depósito
Disponibilidad
Porcentaje
G e n e r a l de d i v i s i ó n
12
5
71
G e n e r a l de brigada
55
16
20
G e n e r a l coronel
36
6
Coronel
99
15
202
21
21
20.7
496
96
-
19.3
Subtotal
T e n i e n t e coronel a subteniente
16.6
15
F U E N T E : Escalafón General del Ejército y Armada Nacionales. S e c r e t a r í a de
G u e r r a y M a r i n a , D e p a r t a m e n t o de Estado M a y o r , M é x i c o , T i p o g r a fía de O ñ c i n a I m p r e s o r a del T i m b r e , Palacio N a c i o n a l , 1897.
militares afectados contaban con pocas alternativas de respuesta. Sus aliados civiles ya h a b í a n obtenido ciertos logros
y el crecimiento e c o n ó m i c o dejaba sentir sus derramas. Posteriormente, en 1900, cuando Bernardo Reyes fue ministro
de Guerra y M a r i n a , se propuso llevar a cabo una reestruct u r a c i ó n del ejército. E n dos a ñ o s mejoraron notablemente
sus condiciones materiales. Se c o m p r ó armamento moderno
y se puso en vigor una nueva ordenanza militar. L o m á s
alarmante, para los opositores políticos a la presidencia del
p a í s , fue cuando el ministro de Guerra o r g a n i z ó la Segunda
Reserva. Esta o r g a n i z a c i ó n , con m á s de 20 000 ciudadanos
armados, representaba la pujante clase media porfiriana y
r e c o g í a , en gran medida, las características fundamentales
de la Guardia Nacional de mediados de siglo. Reyes, como
ex miliciano, reconoció el potencial político de reorganizar
a la c i u d a d a n í a dentro de la mejor tradición de la Guardia
Nacional. A través de ella, Reyes pudo coordinar en poco
tiempo en todos los estados de la R e p ú b l i c a a m á s ciudadanos que n i n g ú n otro político, incluido el presidente. L a el í í l C ~
naza de una o r g a n i z a c i ó n nacional de políticos de oposición
de clase media bajo la c o o r d i n a c i ó n de militares reyistas fue
una situación inaceptable para el gobierno. Díaz p r o c e d i ó
53
HERNÁNDEZ
CHÁVEZ,
1985C,
pp.
127-139.
Véase
además,
LÓPEZ
ALICIA HERNÁNDEZ CHÁVEZ
284
a provocar el descrédito de su líder Bernardo Reyes y a desmantelar su organización. E n 1902 lo obligó a renunciar a
su puesto como ministro de Guerra y M a r i n a y a sus allegados los relegó a oscuros puestos militares, entre ellos al propio Victoriano Huerta. El relevo de grupos de poder fue de
gran trascendencia. De haber llegado Reyes con ese poder
a la elección de 1904, la fuerza del sector militar hubiera
sido determinante. En cambio las características del liderazgo de J o s é I . L i m a n t o u r eran distintas. C o m o ministro de
Hacienda contaba con poderosos vínculos financieros internacionales y a nivel nacional su r e p r e s e n t a c i ó n se circunscrib í a a sectores empresariales. Por su condición de civil, en lo
m i l i t a r no representaba una amenaza.
A partir de entonces, las prebendas y comisiones proliferaron en beneficio del grupo científico en el ejército, representado por el general M a n u e l M o n d r a g ó n . A cambio de su
sometimiento o complicidad, D í a z toleró que —en diversos
niveles de la Secretaría— se dedicaran a hacer negocios con
compraventa de armamento, cobro de plazas vacantes, comisiones en obras de construcción. El auge de la c o r r u p c i ó n
y la d e s m o r a l i z a c i ó n en el ejército fueron especialmente agudas hacia 1905-1907. Los presupuestos asignados al ramo de
guerra y la consiguiente m o d e r n i z a c i ó n del ejército se hicier o n sin u n plan adecuado a las necesidades del país, buscando M o n d r a g ó n y los responsables de las nuevas adquisiciones el lucro personal m á s que las necesidades militares. E n
1907 la situación interna y los niveles de corrupción eran tan
escandalosos que a M o n d r a g ó n lo retiran en " c o m i s i ó n " a
Eurooa E n 1910 los arsenales v equino se encuentran en
condiciones desastrosas; inclusive se h a b l ó de abrir una aver i g u a c i ó n y del retiro definitivo de M o n d r a g ó n del ejército.
54
P O R T I L L O y R O J A S , 1975, p p . 315-318; V A L A D E Z ,
1914,
1977, n , p . 297; PREDA,
i i ; L I M A N T O U R , 1965, p p . 130-132; C o s í o V I L L E G A S , 1972, p p . 612¬
615. E l nuevo secretario de G u e r r a , Francisco Z . M e n a , de inmediato d i solvió l a Segunda Reserva y d e s m a n t e l ó l a o r g a n i z a c i ó n reyista.
5 4
H E R N Á N D E Z C H Á V E Z , 1985, p . 46-56 y N A W , W a r D e p a r t m e n t , O f -
fice of the C h i e f o f Staff W a r College D i v i s i o n , R e c o r d G r o u p 165, 5384¬
40. M e m o r a n d u m , for the C h i e f o f Staff o n M e x i c o ' s A r m y , en K A T Z ,
1964, p p . 130-135 [agradezco a Sandra K u n t z la l o c a l i z a c i ó n y t r a d u c c i ó n
ORIGEN Y OCASO DEL EJÉRCITO PORFIRIANO
285
Las medidas tomadas y el proceso de deterioro del ejército en los ú l t i m o s lustros del porfirismo pronto d e j a r í a n sentir
sus efectos. L a r e d u c c i ó n neta en efectivos totales del ejército
de la federación en el p e r í o d o 1884-1910 fue de 2 5 % , viéndose severamente afectados los mandos intermedios, los de
oñciales superiores (52%) y subalternos ( 3 1 % ) . Por ello, el
gobierno se e n c o n t r ó maniatado al no poder elevar sus efectivos por carecer de oficiales para encuadrar la tropa. (Véase
el cuadro 4.) E l deterioro y el estado lamentable del armamento, así como la desmoralización interna, produjeron fisuras y debilitamiento del sector militar, que llegó hasta los
a ñ o s de 1910-1911, pues con la insurrección maderista no se
o p t ó por militarizar al país o aumentar los efectivos del ejército. Las razones e imposibilidades para ello rebasan el límite y p r o p ó s i t o de este artículo. El hecho fue que la marginación política del ejército, y sobre todo la r u p t u r a entre el
gobierno central y la Guardia Nacional o las fuerzas político-militares que h a b í a n sido la base de poder del control local debilitaron el aparato militar y dejaron al gobierno en
una situación vulnerable.
El ú l t i m o intento por organizar, a partir del Estado, a las
pujantes élites de provincia a la vieja usanza de la Guardia
Nacional fue la Segunda Reserva. U n a vez cancelada esta
alternativa q u e d ó abierto el camino a la o r g a n i z a c i ó n civil
a u t ó n o m a . En este sentido, la oposición política civil que
p r o s p e r ó en 1909-1911 no fue un estallido casual. E l maderismo recibió como herencia una larga tradición de organización política local, cuyas características básicas arrancan
de la Guardia Nacional. Porfirio D í a z se dio perfecta cuenta de la fuerza nacional del movimiento antirreeleccionista
y forzó el exilio del general Reyes, único candidato rival capaz de aglutinar a la oposición civil en torno a sectores m i l i tares de peso. En seguida procedió al arresto masivo de los
maderistas. U n a vez que se canceló toda apertura d e m o c r á tica por la vía electoral, la c i u d a d a n í a optó por la vía arma-
de esas p á g i n a s ] . Q u a y d ' O r s a y , Nouvelle, Sene 17, M e x i q u e , ff. 18-19,
C a r t a de la c o m p a ñ í a Forges et A c i é r i e s de la M a r i n e , H o m e c o u r t , al m i nistro francés de Asuntos Extranjeros.
Cuadro 4
EFECTIVOS DEL EJÉRCITO FEDERAL
1986
I
1884
(P)
(0
General de división
1899
(A)
Total
1905
/
I
I
(^)
(6)
(**)
1907
10
12
—
12
+2
1
—5
8
+1
9
+1
79
55
7
62
—17
54
—8
102
+ 48
97
—5
1 053
346
608
954
—99
950
—4
758 —192
675
—83
Oficial subalterno**
2 542
794 1 466 2 260 —282
2 490
+ 230
2 528
+ 38
2 074 —454
Subtotal
3 684 1 201 2 081 3 288 —396
3 501
+ 213
3 396 —105
2 855 —541
Brigada
(a)
(b)
1
1910
II
—3 —30%
99
+ 20
+ 25%
510
—543
—52%
1 771
1 756
—771
—30%
2 385
2 365 —1 319
—36%
M
+ 83 22 980 23 065 —7 301
—24%
>-
Brigadier
Oficial superior*
Tropas
Total
511
30 366
26 131 —4 235 24 758 1 373 24 841
34 050
29 632 —4 418 28 154 1 478 27 696 —458 25 365 25 430
8 620 —25%
I . Las columnas a s í s e ñ a l a d a s se refieren a la diferencia (—) ( + ) con el a ñ o a n t e r i o r m e n t e registrado.
I I . D i f e r e n c i a y porcentaje de la r e d u c c i ó n entre 1910 y 1884.
* O f i c i a l superior = de coronel a m a y o r .
** O f i c i a l subalterno = de c a p i t á n a sargento.
FUENTES: 1) El Ejército Mexicano, op.cit., p . 315. 2) Escalafón General del Ejército y Armada Nacionales. S e c r e t a r í a de G u e r r a
y M a r i n a , D e p a r t a m e n t o de Estado M a y o r , M é x i c o , T i p o g r a f í a de I m p r e s o r a del T i m b r e , Palacio N a c i o n a l , 1897.
Se i n c l u y e en u n a sola cifra a general b r i g a d i e r y de b r i g a d a . E l a ñ o de 1896 se s u b d i v i d i ó en ejército permanente
(P) y a u x i l i a r ( A ) . 3) A r c h i v e M i l i t a i r e A r m é e de T e r r e , F o r t de V i n c e n n e s Correspondence G é n é r a l e ( A M F V ) . 4) Fo¬
r e i g n Office, Handbook ofMexican Army, p . 9, citado p o r Pascal Sanz, L'armée mexicaine. 5) A r c h i v e M i l i t a i r e de los Estados, A r m é e de T e r r e 10 m , 1907 y 1910, 7N-.1727. I n f o r m e s de Agregados M i l i t a r e s en la Embajada. 6a) El Ejército
Mexicano, op.cit., p . 326. 6b) E n A M F V , op. cit., 8 m , 1910 se encuentran cifras similares; se t o m a r o n las de la p r i m e r a
referencia.
>
r
o
>
X
7¡
Z
z
D
Pi
N
O
x
<
ORIGEN Y OCASO DEL EJÉRCITO PORFIRIANO
287
da. Bajo esta perspectiva, la insurrección armada que estalla en
noviembre de 1910 y en marzo de 1913 cobra u n nuevo carácter. Sin la perspectiva histórica descrita es imposible comprender c ó m o p e q u e ñ o s núcleos políticos aislados entre sí logran
coordinarse, derrocar una dictadura s ó l i d a m e n t e establecida
y finalmente derrotar militarmente a un ejército profesional.
Las razones de la derrota son m ú l t i p l e s : la descentralizac i ó n a n á r q u i c a de las fuerzas armadas y los conflictos de poder entre los diferentes sectores, de los cuales el m á s grave
fue marginar a la Guardia Nacional y Auxiliares, pues con
ello el gobierno perdió su medio habitual de control local y
p r o v o c ó una ruptura con sus bases de poder local real. De
tal suerte que el temor a que los miembros del ejército auxiliar hicieran causa c o m ú n con los rebeldes forzó al gobierno
a depender de los escasos 26 000 efectivos del ejército permanente. El ejército permanente t r a í d o de fuera desconocía
las condiciones locales, caminos, gente, opositores y por lo
m i s m o se vio forzado a operar en terreno desconocido y en
posiciones de defensa, principalmente en las grandes ciudades. El ejército permanente, a d e m á s , carecía de u n n ú m e r o
suficiente de cuadros intermedios de mando, indispensables
para controlar a la tropa de leva que en todo encuentro se
dispersaba fácilmente, haciendo que la deserción llegara a
ser de m á s de 50 % en u n combate a campo abierto. L a carencia constante de armamento y aprovisionamientos adecuados t a m b i é n hizo imposible una ofensiva militar adecuada.
A l t é r m i n o de cinco meses, en mayo de 1911 la situac i ó n política y militar del país estaba fuera de control. L a i n s u r r e c c i ó n armada s i m u l t á n e a de múltiples zonas obligó a
dispersar las escasas fuerzas federales y a desguarnecer zonas importantes del país, con lo cual se facilitaba el pronunciamiento de otros grupos rebeldes. L a evidencia de una
gran c o r r u p c i ó n en el seno del ejército dio por resultado que
los arsenales se encontraran sin armas o municiones y la artillería en p é s i m o estado o inservible. A d e m á s , un gran n ú mero de unidades del ejército que en n ó m i n a cobraban por
la totalidad de sus efectivos, en realidad carecían de alrededor de la m i t a d de ellos. L a d e s m o r a l i z a c i ó n y división interna c u n d i ó en amplios grupos militares.
ALICIA HERNANDEZ CHAVEZ
288
El resultado fue que para mayo de 1911 la i n s u r r e c c i ó n
alcanzaba proporciones imposibles de afrontar con los efectivos del ejército en pie. De no tomarse medidas drásticas,
el ejército federal estaba amenazado por la derrota. D í a z
t o m ó la decisión de no darle mayor peso al ejército. El viejo
dictador y general formaba parte de una historia de pronunciamientos; él mismo h a b í a llegado al poder por esa v í a .
T o d a espera era riesgosa, porque se a c a b a r í a por perder el
control sobre los diferentes sectores del ejército y éstos
p o d r í a n actuar por cuenta propia. El otro peligro residía en
la posibilidad de que Reyes o M o n d r a g ó n , representantes de
grupos militares a n t a g ó n i c o s , tuvieran tiempo de regresar al
país, reclutar a sus seguidores y actuar en forma a u t ó n o m a .
M i l i t a r i z a r al país, radicalizar la lucha civil y mandar traer
al general Reyes para que liquidara la rebelión hubiera sido
entregarle el poder. El riesgo político del golpe militar determ i n ó las decisiones de D í a z y , por consiguiente, p a r a l i z ó a
u n sector fundamental del sistema político que hubiera sido
de gran efectividad para liquidar a los rebeldes. A su vez,
con la presencia de tropas estacionadas en la frontera norte
y
buques de guerra, frente a puertos mexicanos p e n d í a sobre
el país el espectro de otra intervención extranjera que D í a z
y otros miembros de su gobierno h a b í a n padecido décadas
atrás como j ó v e n e s militares.
Porfirio D í a z optó por traer de P a r í s a J o s é I . L i m a n t o u r
—su ministro de Hacienda— para que negociara de igual a
igual, en Nueva Y o r k , con la familia M a d e r o . L a decisión
era sabia. Ambas partes representaban al M é x i c o empresarial y constructor del porfiriato; ambos grupos estarían interesados en hacer concesiones políticas mutuas, antes de que
la i n s u r r e c c i ó n se les fuera de las manos. El gobierno ya no
p o d r í a sostenerse por m á s de unos meses. D í a z a c a b ó por reconocer su derrota política y r e n u n c i ó para salvar al régimen. C o n los acuerdos de C i u d a d J u á r e z obligó a los maderistas a plantear la lucha en los t é r m i n o s político-electorales
propuestos por ellos en 1909-1910.
55
J J
HERNÁNDEZ
1985a;
CHÁVEZ,
HERNÁNDEZ
1985c,
CHÁVEZ,
pp.
1989.
147-193;
PORTILLA
HERNÁNDEZ
CHÁVEZ,
G I L DE P A R T E A R R O Y O ,
ORIGEN Y OCASO DEL EJÉRCITO POREIRIANO
289
C o n el triunfo maderista, el ejército federal q u e d ó intact o , y el nuevo gobierno se c o m p r o m e t i ó a licenciar a las fuerzas rebeldes. A u n q u e en el plano formal poco parecía haber
cambiado, con la caída de D í a z se r e s q u e b r a j ó el sistema
central de la vida política del país, construido durante 35
a ñ o s . Las consecuencias, en lo militar, fueron graves. E n el
seno del ejército federal, los grupos y sus cabecillas se polarizaron y se produjeron una serie de conatos de golpes de 1911
a 1913 que concluyeron en el golpe militar definitivo de febrero de 1913. Por otra parte, las fuerzas auxiliares y rurales
asimilaron a la m a y o r í a de los cuerpos del ejército rebelde
y por consiguiente la politización y divisiones internas se
agudizaron. L a tropa, de por sí poco controlable, vio en el
cambio de gobierno una posibilidad de liberación de una
c o n s c r i p c i ó n forzosa y se produjo u n relajamiento a ú n mayor de la disciplina.
L a f r a g m e n t a c i ó n en el seno de las fuerzas armadas fue
aguda, pero los oficiales y los diferentes grupos que éstos representaban a ú n t a r d a r í a n casi a ñ o y medio, después de sufrir varias derrotas parciales, en decidirse a formar una coalición de fuerzas que les p e r m i t i ó dar el golpe militar
definitivo que los llevaría al poder en febrero de 1913. E n
cierta manera, lo que D í a z buscó evitar en 1911 sucedió a ñ o
y medio d e s p u é s .
L a coalición de grupos militares resultó sumamente frág i l . L a pieza clave y predominante fue el general Huerta,
q u i e n de inmediato t o m ó una serie de medidas para deshacerse de sus aliados. E n p r i m e r lugar, se apoyó en el sector
m á s corruptible y ambicioso de las fuerzas armadas: el ejército auxiliar. Se d e r o g ó la ley de p r o m o c i ó n que exigía tres
a ñ o s en el grado correspondiente y se ascendió r á p i d a m e n t e
a los militares, llegando incluso a darles hasta dos y tres promociones en el mismo a ñ o . E l ascenso al generalato q u e d ó
abierto a los auxiliares y a u n s i n n ú m e r o de gente sin m é r i t o
o sin credenciales militares. C o n esta sola decisión se lesionó
gravemente el á r e a m á s sensible y delicada de la vida m i l i 1982. E l a u t o r demuestra l a a m p l i t u d e intensidad de l a r e b e l i ó n maderista y sostiene que el ejército federal se encontraba v i r t u a l m e n t e derrotado.
290
ALÌCIA HERNÁNDEZ CHÁVEZ
tar: el ascenso por riguroso escalafón y m é r i t o . Para colmo
y con el fin de poder manejar la c o r r u p c i ó n y compra de
aliados, colocó al frente de la S e c r e t a r í a de Guerra y M a r i n a
a u n militar no profesional recién ascendido de auxiliar a
permanente y por lo mismo a general, y cuyo único m é r i t o
era el haber participado en el asesinato del presidente Madero: Aureliano Blanquet.
L a guerra entre ejército federal y ejército rebelde se renovó en marzo de 1913 bajo condiciones semejantes a las de
1911: ataques sorpresa múltiples, defección de guarniciones
locales, lentitud de los federales en la persecución de rebeldes, falta de apoyo logístico, una gran desconfianza en la pob l a c i ó n local y n i n g ú n respaldo m u t u o entre los comandantes de las diferentes unidades del ejército. M á s que nunca
prevaleció la guerra de usura, desmoralizante.
Por el contrario, el ejército rebelde, llamado constitucionalista, contaba ya con tres a ñ o s de experiencia militar. L a
continuidad del ejército maderista y constitucionalista se dio
por medio de su asimilación en los cuerpos Rurales. El apoyo local que recibió le p r o p o r c i o n ó todo tipo de seguridades
e i n f o r m a c i ó n militar y política. E l triunfo obtenido al lograrse en 1911 la renuncia de Porfirio D í a z alentó la fe en
la posibilidad de u n éxito mayor. L a oposición civil organizada se revigorizó al cobrar conciencia de su fuerza con la
renuncia en 1911 de u n a dictadura que se suponía sólidamente establecida. Por el contrario, la desmoralización en
las filas porfirianas, cuando se dieron cuenta de la fragilidad
del gobierno central y de su ejército, provocó una ruptura
en el orden político, legitimidad y autoridad.
56
L a confianza en la victoria, aunada a una experiencia ya
vivida, llevó a Carranza a exigir, desde el inicio, la disolución incondicional del ejército federal. L a gran diferencia en
lo m i l i t a r entre Madero y Carranza reside en esto ú l t i m o .
M a d e r o no se p l a n t e ó la disolución del ejército federal, por
el contrario, exhorta a la oficialidad a que se le una; para
Carranza no hay concesión: exige la capitulación total.
5 6
H E R N Á N D E Z C H Á V E Z , 1985c; A H S D N , Cancelados, A u r e l i a n o B l a n -
quet, X I . I I I . 1-30, v é a s e nota 1.
ORIGEN Y OCASO DEL EJÉRCITO PORFIR1ANO
291
El 18 de agosto de 1914 se disolvió el ejército federal. Por
una parte se c u m p l i ó , por caminos muy diferentes, el viejo
proyecto de D í a z : desmilitarizar el país. Por otra, al destruir
al ejército profesional se i n t e r r u m p i ó el proceso que hubiera
conducido a la formación de un sector castrense vigoroso,
profesional y moderno, a la usanza de los latinoamericanos
en la d é c a d a siguiente. No cabe duda de que el resultado
esencial de este desarrollo histórico y el logro m á s duradero
de la revolución mexicana fue el interrumpir el proceso de
fortalecimiento de las fuerzas armadas mexicanas y evitar
así que el ejército fuera el á r b i t r o de la vida nacional.
El nuevo ejército se convirtió en el ó r g a n o de movilización de la vida política del país. A la usanza de la Guardia
Nacional de mediados de siglo, resurgió un M é x i c o en el
cual el jefe militar, el político local representaba y accedía
a la política con su gente, sus apoyos, sus seguidores. De hecho, con la R e v o l u c i ó n se descentralizó y se o r g a n i z ó la vida
política en función de las regiones y estados, donde residía
la base del poder político real del país.
SIGLAS Y
AHSDN
AMS
ADFR
AMFV
AJTr
ABR
ASRE
NAW
A r c h i v o H i s t ó r i c o , S e c r e t a r í a de la Defensa N a c i o n a l ,
México.
A r c h i v o M u n i c i p a l de Saltillo, C o a h u i l a , M é x i c o .
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ALICIA HERNÁNDEZ CHÁVEZ
292
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BRISEÑO O R T E G A ,
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N.
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